Quando um estímulo é identificado como risco, é acionado o hipotálamo - parte do cérebro responsável pela reação de luta ou fuga. Duas coisas então acontecem. Ele ativa o sistema nervoso simpático (responsável por atividades autônomas do corpo como pressão arterial e sono), que manda as glândulas suprarrenais liberarem adrenalina e noradrenalina. Ao mesmo tempo, a hipófise, vizinha do hipotálamo, produz o hormônio adrenocorticotrópico, que por sua vez faz as glândulas suprarrenais soltar outros 30 hormônios. E aí acontece o seguinte:
1. A pupila se dilata.
2. Vasos sanguíneos contraem levando o sangue da pele para órgãos internos.
3. Os músculos se tensionam.
4. O suor vem para resfriar o corpo.
5. A respiração se acelera para captar mais oxigênio.
6. O coração bate rápido para aumentar o fluxo de sangue.
FONTES:http://super.abril.com.br/saude/coisas-nosso-corpo-faz-732268.shtml(Fonte do site: Mark Buchfuhrer, médico americano especialista em distúrbios do sono; Catriona Morrison, psicóloga cognitiva da Universidade Leeds. foto: Mark Kostich)
domingo, 28 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Por que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos?
A resposta está na função evolutiva das cócegas - elas eram um alerta de que animais perigosos passeavam por nosso corpo, nos tempos em que dormíamos e caçávamos no meio do mato. O movimento de uma aranha ou um escorpião sobre nossa pele ativa o córtex sensorial primário, que provoca uma reação em cadeia. Sentimos pânico, e ele se expressa na forma de risadas nervosas e incontroláveis. É por isso que muitas pessoas já começam a rir só com a ameaça de cócegas - o Instituto Karolinska, na Suécia, fez o teste com voluntários e descobriu que, nessas situações, eles ativam a mesma região encefálica.
Só que é difícil enganar o cérebro: quando tentamos provocar essa reação em nós mesmos, usando nossas mãos ou outros objetos, ele não interpreta como sinal de perigo. O cerebelo, região responsável por coordenar o movimento dos músculos, não cai na pegadinha e desliga o alarme de pânico. Mesmo as pessoas que sentem mais cócegas (elas são mais sensíveis porque têm mais receptores táteis na pele) não conseguem provocar a reação nelas mesmas. Nem na sola do pé ou nas axilas, lugares que concentram muitos desses receptores.
Só que é difícil enganar o cérebro: quando tentamos provocar essa reação em nós mesmos, usando nossas mãos ou outros objetos, ele não interpreta como sinal de perigo. O cerebelo, região responsável por coordenar o movimento dos músculos, não cai na pegadinha e desliga o alarme de pânico. Mesmo as pessoas que sentem mais cócegas (elas são mais sensíveis porque têm mais receptores táteis na pele) não conseguem provocar a reação nelas mesmas. Nem na sola do pé ou nas axilas, lugares que concentram muitos desses receptores.
terça-feira, 5 de março de 2013
Vamos falar de desenhos Japoneses???
Conheça um pouco sobre Naruto,um desenho Japonês...
História de Naruto refere-se à cronologia de eventos que transcorrem no mundo ficcional onde se situa Naruto, uma série de mangá criada por Masashi Kishimoto e serializada na revista semanal Weekly Shōnen Jump desde 1999. A série se passa em um mundo em que ninjas podem usar o chakra para criar jutsus e realizar feitos super humanos aumentando suas habilidades físicas com taijutsu, usando ninjutsu para controlar os cinco elementos (fogo, vento, eletricidade, terra, água) ou Genjutsu para criar ilusões na mente de seu adversário. Esses ninjas se organizam e fundam Vilas Ocultas que recebem pedidos de missões de outros habitantes, as cinco maiores e mais importantes dessas vilas possuem um Kage como líder,que é o ninja mais forte e mais qualificado para o comando geral. Originalmente, os jutsus deveriam ser usados para pacificar o mundo, que era dominado pelo caos e o ódio, mas alguns ninjas passaram a criar e aprender jutsus para benefício próprio e até mesmo para fazer o mal,causando um desequilíbrio no mundo ninja. A ambição e a busca pelo poder absoluto faz com que às vezes algumas vilas se desentendam e provoquem uma guerra entre si, e alguns ninjas que desrespeitam as leis são expulsos e se tornam criminosos foragidos. Existem também os chamados bijuus, criaturas cheias de maldade e com um imenso poder que para não causar a destruição são seladas dentro de crianças recém-nascidas denominadas jinchuurikis, os jinchuurikis que aprendem a controlar o poder de seu bijuu tornam-se extremamente poderosos e perigosos, até para si mesmos.
A história principal da série segue Naruto Uzumaki e seus amigos, Sasuke Uchiha e Sakura Haruno, que juntos formam formam um time de três pessoas nomeado Time Kakashi e liderado por Kakashi Hatake. Como todos os times ninjas de todas as Vilas Ocultas, o Time Kakashi é encarregado de completar diversos pedidos de missões que chegam na vila. Com o tempo Naruto descobre que possui um dos nove bijuus selada dentro de si, a chamada Kyuubi, treina e adquire novas habilidades, faz novos companheiros, perde amigos, e encontra os mais perigosos ninjas, procurados por todas as vilas, como Orochimaru e a Akatsuki.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Afinal...Animais enxergam cores???
Cães também enxergam as cores (Foto:Divulgação)
A questão maior é se cães e gatos são capazes de diferenciar diferentes cores. A resposta é sim, porém eles não enxergam tão bem quanto as pessoas. Os cães e gatos possuem quantidades menores de Cones e Bastonetes, células responsáveis pela visão em cores. Por isso estes animais identificam basicamente cores como azul e amarelo, não conseguindo distinguir tons como o vermelho ou o verde.
E quanto ao Touro. Será que ele enxerga a cor vermelha da capa que se agita diante dele? A resposta é não. O touro não enxerga cores e o que atrai sua atenção para a capa é o movimento causado por ela.
Ao contrário das espécies já citadas alguns animais enxergam muito bem, às vezes melhor até que a raça humana. Este é o caso do macaco, esquilo, pássaros, insetos e alguns peixes. Esta vantagem se dá devido às necessidades adaptativas de cada espécie. Uma boa visão ajuda estes seres a encontrar comida e água e em outros casos, ajuda a identificar os frutos maduros dos verdes.
Além disso, a identificação das cores contribui para se reconhecer animais da mesma espécie e ajudar a encontrar o parceiro ideal par eles.
Afinal, quais são os animais que não enxergam as cores?
Este é o caso de animais que possuem pouca ou nenhuma célula da visão e por isso só percebem as mudanças da intensidade da luz, nada mais do que isto. Os animais que não conseguem ver cores devido a ausência de Cones e Bastonetes são o polvo e a salamandra.Outros animais também não são capazes de distinguir ou identificar cores, mas por outro motivo, estes possuem manchas oculares. Isto acontece com as minhocas da terra, que usam este artifício para se esconder em lugares frios e escuros. A mesma coisa acontece com as sanguessugas e as medusas do mar.
As estrelas do mar também não veem as cores e possuem uma forma de enxergar diferente dos outros animais. Ela através da movimentação dos seus braços, identifica a luz e a escuridão. Outros exemplos de animais com visão semelhante são os crustáceos, moluscos, vermes e larvas marinhas.
Já os peixes abissais também não enxergam nem as cores nem a luz, isto acontece porque nas profundezas onde esta espécie vive não há luminosidade alguma. Por isso não há necessidade deste peixe ter uma visão aprimorada.
A natureza é sábia e certamente fornece, para cada ser vivo, o essencial para sua sobrevivência.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Plantas Tóxicas: conheça as espécies que merecem cautela
Oleandro ou Espirradeira: arbusto muito comum em vasos e jardins
Algumas das plantas ornamentais que temos em nossos em vasos ou jardins podem esconder perigo por trás de sua beleza. Elas são chamadas "plantas tóxicas" pois apresentam princípios ativos capazes de causarem graves intoxicações quando ingeridas ou irritações cutâneas quando tocadas.
Segundo dados do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), cerca de 60% dos casos de intoxicação por plantas tóxicas no Brasil ocorrem com crianças menores de nove anos. E a maioria, 80% destes casos, são acidentais. O Sinitox, que fornece informações sobre os agentes tóxicos existentes, funciona em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e possui centros de atendimento e informações em vários estados do Brasi.
Geralmente, a intoxicação por plantas acontece por desconhecimento do potencial tóxico da espécie. Nesta matéria, apresentamos algumas das espécies ornamentais tóxicas mais comuns em quintais, jardins e vasos. Mas antes, atenção para estas orientações:
1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças e dos animais domésticos.
2 - Procure identificar se possui plantas venenosas em sua casa e arredores, buscando informações como nome e características.
3 - Oriente as crianças para não colocar plantas na boca e nunca utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).
4 - Não utilize remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação especializada.
5 - Evite comer folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.
6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex, pois elas podem provocar irritação na pele e principalmente nos olhos. Evite deixar os galhos em qualquer local onde possam atrair crianças ou animais. Quando estiver mexendo com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.
7 - Cuidados especiais também devem tomados com os animais domésticos. Animais filhotes e adultos muito ativos têm uma grande curiosidade por objetos novos no meio em que vivem e notam logo quando há um vaso diferente em casa ou uma planta estranha no jardim. Não é raro o animal lamber, morder, mastigar e engolir aquilo que lhe despertou a curiosidade. Animais privados de água podem, por exemplo, procurar plantas regadas ou molhadas de chuva recentemente e ingerir suas partes. Há casos de cães e gatos que ficam sozinhos confinados por períodos longos que acabam se distraindo com as plantas e acabam por ingerí-las.
8 - Em caso de acidente, guarde a planta para identificação e procure imediatamente orientação médica.
2 - Procure identificar se possui plantas venenosas em sua casa e arredores, buscando informações como nome e características.
3 - Oriente as crianças para não colocar plantas na boca e nunca utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).
4 - Não utilize remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação especializada.
5 - Evite comer folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.
6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex, pois elas podem provocar irritação na pele e principalmente nos olhos. Evite deixar os galhos em qualquer local onde possam atrair crianças ou animais. Quando estiver mexendo com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.
7 - Cuidados especiais também devem tomados com os animais domésticos. Animais filhotes e adultos muito ativos têm uma grande curiosidade por objetos novos no meio em que vivem e notam logo quando há um vaso diferente em casa ou uma planta estranha no jardim. Não é raro o animal lamber, morder, mastigar e engolir aquilo que lhe despertou a curiosidade. Animais privados de água podem, por exemplo, procurar plantas regadas ou molhadas de chuva recentemente e ingerir suas partes. Há casos de cães e gatos que ficam sozinhos confinados por períodos longos que acabam se distraindo com as plantas e acabam por ingerí-las.
8 - Em caso de acidente, guarde a planta para identificação e procure imediatamente orientação médica.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio
Família: Aráceas.
Nome científico: Caladium bicolor Vent.
Nome popular: tajá, taiá, caládio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
Família: Araceae.
Nome científico: Dieffenbachia picta Schott.
Nome popular: aninga-do-Pará.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio, saponinas.
Família: Araceae.
Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular: copo-de-leite.
Parte tóxica: todas as partes da planta
Sintomatologia: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
Família: Araceae
Nome científico: Colocasia antiquorum Schott.
Nome popular: cocó, taió, tajá.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarréia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.
Princípio ativo: oxalato de cálcio.
Família: Solanaceae.
Nome científico: Datura suaveolens L.
Nome popular: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão pode provocar boca seca, pele seca, taquicardia, dilatação das pupilas, rubor da face, estado de agitação, alucinação, hipertermia; nos casos mais graves pode levar a morte.
Princípio ativo: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e hioscina).
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular: rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia milii L.
Nome popular: coroa-de-cristo.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Euphorbia tirucalli L.
Nome popular: graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a seiva leitosa causa lesão na pele e mucosas, edema (inchaço) de lábios,boca e língua, dor em queimação e coceira; o contato com os olhos provoca irritação, lacrimejamento, edema das pálpebras e dificuldade de visão; a ingestão pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
Princípio ativo: látex irritante.
Família: Apocynaceae.
Nome científico: Nerium oleander L.
Nome popular: oleandro, louro rosa.
Parte tóxica: todas as partes da planta.
Sintomas: a ingestão ou o contato com o látex podem causar dor em queimação na boca, salivação, náuseas, vômitos intensos, cólicas abdominais, diarréia, tonturas e distúrbios cardíacos que podem levar a morte.
Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Ricinus communis L.
Nome popular: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato.
Parte tóxica: sementes.
Sintomas: a ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito.
Princípio ativo: toxalbumina (ricina).
Família: Euphorbiaceae.
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica: folhas e frutos.
Sintomas: a ingestão do fruto causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta, dispnéia, arritmia e parada cardíaca.
Princípio ativo: toxalbumina (curcina).
domingo, 11 de março de 2012
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