domingo, 11 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Os 10 Animais mais raros de se ver !!
10º - Anguinus proteus - Salamandra Cega

Este anfíbio nativo de cavernas profundas e escuras da Europa (a mais famosa de todas localiza-se na Eslovênia) é erroneamente identificada nos tempos antigos como "dragão bebê", sendo considerado um dos animais mais bizarros do mundo.
Completamente cego e sem pigmentação nenhuma no corpo, a vida do Anguinus proteus é cercado por um universo estranho voltado para o sensorial.
Apesar de ser cego, ele pode captar os sinais químicos e elétricos através de receptores no corpo inteiro, o que se torna necessário para encontrar pequenos invertebrados dos quais se alimenta.
Completamente aquático, Anguinus proteus tem uma pele macia, pálida, que se assemelha um pouco a pele humana, daí vem o seu apelido de "peixe humano".
Existe uma subespécie negra que é muito interessante mas, menos bizarra, possuindo olhos e sem palidez na pele.
...
9º - Violaceus tremoctopus - Polvo Cobertor

Não existe dúvidas que este não é um polvo comum.
É um extraordinário animal que mais parece de outro planeta que caiu aqui na Terra, deu um mergulho nos oceanos e resolveu morar por aqui.
Entre suas várias características de polvo, poderíamos dizer que possui 3 corações, saliva venenosa, um bico de papagaio que fica escondido, sendo capaz de mudar de cor e de textura de pele com incrível facilidade e velocidade, sendo muito mais rápidos e espertos que os camaleões na arte de se camuflar, também possuem armas inteligentes que não necessitam de comandos do cérebro para executar.
Existem até outros polvos mais bizarros que esse, mas esse possui características únicas.
A fêmea é 40.000 vezes mais pesado que o macho!
O macho possui apenas 2,4 cm e é quase um plâncton, sendo a fêmea centenas de vezes maior que ele, podendo chegar a 2 metros de comprimento.
Quando se sente ameaçada, a fêmea também pode estender suas membranas entre os tentáculos fazendo parecer muito maior do que na verdade é.
...
8º - Centronelidae - Sapo de Vidro
São pequenos sapos encontrado em florestas tropicais.
Ele é tão surreal que parece um livro, sendo absolutamente transparente.
Sua pele é totalmente translúcida dando uma aula de anatomia para jovens estudantes sem nem se quer precisar abrir o pobre sapo para ver seus orgãos.
Órgãos importantes como coração, fígado, intestino são 100% visíveis olhando o sapo de baixo para cima.
Eles possuem hábitos normais de sapos comuns e se assemelham a rãs penduradas nas folhas de árvores.
...
7º - Marcidus psychrolutes - Blobfish

Este é um peixe encontrado somente em enormes profundezas, ultrapassando os 3 mil metros.
Possui uma aparência estranha e gelatinosa que só mesmo sua mãe que o pariu acharia ele bonitinho.
Encontrado nos oceanos ao redor da Austrália e da Tasmânia, o Blobfish leva uma vida bastante passiva, e não vai atrás de alimento, fica boiando e navegando no oceano e se alimenta de qualquer pedaçinho de detrito alimentar de restos de outros peixes que flutua e esteja a seu alcance.
Ele não possui força muscular que outros peixes tem, praticamente não gasta energia na natação graças a seu corpo que é menos denso que a água.
O Blobfish é raramente visto e foi capturado ocasionalmente numa rede de pescadores.
Existem dúvidas se ele realmente é cosmetível.
Outros exemplares colhidos nas profundezas viram simplesmente uma meleca aqui em cima pela falta das fortes pressões do fundo.
...
6º - Archaeidae - Aranha Assassina

Aos aracnofóbicos que acompanham o site, fiquem tranquilos, não se trata de nenhum monstro de 2 metros de altura.
Essa aranha, apelidade de assassina possui apenas 2 centímetros de comprimento e apesar de possuir uma aparência horrível e assustadora ela é totalmente inofensiva a nós seres humanos.
Seu pescoço longo evoluiu especificamente par suportar o peso de suas mandíbulas enormes que estão sempre armadas com presas venenosas e agem como grandes armadilhas mortais para aranhas menores, que são o seu principal alimento.
...
5º - Sternoptychidae - Peixe Machado

Este peixe visto de frente parece ser de outro mundo.
De certo modo, ele realmente vive num mundo que não é o nosso.
A mais de 3 quilômetros de profundidade o Peixe machado é um típico peixe das zonas abissais e é encontrado em praticamente todos os mares, com exceção das zonas muito frias.
Assim como o Blobfish ele passa toda a sua vida na completa escuridão.
A única luz que ele vê são suas próprias luzes, produzidas por "fotocélulas", células que emitem uma intensa luz azul, fazendo com que se destaque no completo abismo e atraia outras espécies que servirão de alimento para ele.
Ele não nos representa nenhum perigo!
...
4º - Kiwa hirsuta - Caranguejo Peludo

Também conhecido como caranguejo Yeti, este crustáceo é coberto por milhares de cercas grossas, que, a primeira vista, nos fazem pensar se tratar de uma pele.
Suas múltiplas cerdas se assemelham aquelas encontradas nas patas de alguns camarões.
Essas cerdas funcionam como um desintoxicante da água em que essas criaturas vivem.
Isso é muito útil já que esses animais vivem em locais de água termal em enormes profundidades onde as águas são lançadas muito quente diretamente de vulcões submarinos com alto teor de enxofre e venenosos minerais.
Este animal é cego e praticamente incolor e passa sua vida inteira na completa escuridão.
Talvez a natureza seja sábia, enviando suas criaturas mais estranhas em locais extremamente remotos onde a chance dos seres humanos chegar é mínima.
...
3º - Phycodurus eques - Dragão do Mar

Este peixe está estreitamente relacionado ao grupo dos cavalos marinhos, sobrevive fingindo ser uma alga flutuante.
Nada extremamente lento, o que contribui para parecer realmente uma alga marinha solta sendo empurrada pelas correntes marinhas.
Quando encostam nos recifes de corais, fica praticamente invisível.
Este peixe é encontrado no Sul e no Oeste da Austrália.
Assim como os cavalos marinhos comuns, a fêmea deposita os ovos no macho em uma bolsa específica, ali ficam até que eclodam.
...
2º - Phantasticus uroplatus - Folha Satânica

Evolução feita de um lagarto, esta espécie se parece com uma folha seca e é raramente visto e muito menos comido por predadores.
É encontrado exclusivamente em Madagascar, onde também existe diversos répteis fantásticos.
É um comedor de insetos e apesar do seu nome infernal e olhos assustadores não nos causa nenhum mal.
Ele ataca apenas quando a camuflagem não funciona, o que é muito raro.
É totalmente inofensivo para nós seres humanos.
Infelizmente, essa espécie incrível é ameaçada devido ao excesso de contrabando e pelo enorme desmatamento das florestas onde ele vive (cerca de 90% das florestas de Madagascar, onde é seu habitat natural, já foi destruída, sendo classificado como quase extinto.
...
1º - Lagarta Hemeroplanes

Sim, não tem nada de tão horrível essa lagarta, mas se você olhar bem, verá que é uma obra de arte que a natureza nos deu.
Sendo incrivelmente rara, encontra-se apenas nas florestas tropicais do México e América Central.
Se não tocada ou ameaçada é pacífica, mas, se molestada, torna-se um predador potencial obtendo uma incrível transformação, inflando suas pernas traseiras e esguia suas farpas fronteiras, prontas para injetar um veneno mortal (veneno esse que não existe antidoto)
Possuem uma cabeça triangular, olhos ferozes e escamas brilhantes, passam a imagem de ferozes porque precisam se defender já que sua aparência chama muita atenção.
Quando adultas, o Hemeroplanes é uma mariposa ante não descrita tamanha a raridade.
Infelizmente está em extinção pelo enorme desmatamento.
Vida selvagem e recursos naturais dos Estados Unidos(EUA)
Vida selvagem e recursos naturais
Os Estados Unidos é considerado um "país megadiverso": cerca de 17 000 espécies de plantas vasculares ocorrem no Estados Unidos Continentais e no Alasca, e mais de 1 800 espécies de plantas são encontradas no Havaí, algumas das quais ocorrem no continente.[108] O Estados Unidos é o lar de mais de 400 espécies de mamíferos, 750 de aves e 500 de répteis e anfíbios.[109] Cerca de 91.000 espécies de insetos têm sido registradas.[110]A Endangered Species Act de 1973 protege espécies ameaçadas e seus habitats, que são monitorados pelo United States Fish and Wildlife Service. Há 58 parques nacionais e centenas de outros parques, florestas e áreas naturais geridas pelo governo federal.[111] No total, o governo detém 28,8% da área terrestre do país.[112] A maior parte desta área está protegida, apesar de algumas serem alugadas para perfuração de poços de petróleo e gás natural, mineração, exploração madeireira ou pecuária; 2,4% é usado para fins militares.[112]
sábado, 31 de dezembro de 2011
Tráfico de Animais Silvestres
| O comércio ilegal de animais silvestres é a terceira atividade clandestina que mais movimenta dinheiro sujo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas.O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido a sua imensa diversidade de peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios e outros. As condições de transporte são péssimas. Muitos morrem antes de chegar ao seu destino final. Filhotes são retirados das matas, atravessam as fronteiras escondidos nas bagagens de contrabandistas para serem vendidos como mercadoria. |
O tráfico interno é praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus e viajantes. Já o esquema internacional, envolve grande número de pessoas.
Os animais são capturados ou caçados no Norte, Nordeste e Pantanal, geralmente por pessoas muito pobres, passam por vários intermediários e são vendidos principalmente no eixo Rio-São Paulo ou exportados.
Os animais são traficados para pet shops, colecionadores particulares (priorizam espécies raras e ameaçadas de extinção!) e para fins científicos (cobras, sapos, aranhas...).
Com o desmatamento, muitas espécies entraram para a lista de animais ameaçados de extinção, principalmente na Mata Atlântica. Para mais informações, consulte o site www.renctas.org.br da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, o MMA, o IBAMA, SOS FAUNA ou a CITIES - Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção.
| Segundo o IBAMA, a exploração desordenada do território brasileiro é uma das principais causas de extinção de espécies. O desmatamento e degradação dos ambientes naturais, o avanço da fronteira agrícola, a caça de subsistência e a caça predatória, a venda de produtos e animais procedentes da caça, apanha ou captura ilegais (tráfico) na natureza e a introdução de espécies exóticas em território nacional são fatores que participam de forma efetiva do processo de extinção. Este processo vem crescendo nas últimas duas décadas a medida que a população cresce e os índices de pobreza aumentam. |
Não compre animais silvestres. Ter espécie nativa em cativeiro, sem comprovação da origem do animal, é crime previsto em lei.
Cada indivíduo capturado faz falta ao ambiente e também os descendentes que ele deixa de ter.
Também não compre artesanatos feitos com partes de animais, como penas coloridas.
Seja vigilante. Se presenciar a venda na feira livre ou depósito de tráfico, avise a polícia. Informe dados precisos da ocorrência.
Denúncias ao IBAMA através da Linha Verde Tel. 0800 61 8080.
Se te oferecem um animal na beira da estrada, não compre e repreenda o vendedor dizendo que isso é crime e que ele procure outra atividade que não lhe cause problemas com a lei.
Os pássaros nascem para ser livres e não presos ao stress e tédio do restrito espaço de uma gaiola. Afinal para que foram feitas as asas dos pássaros ?
O animal que vive preso, perde a capacidade de sobreviver e se defender sozinho e não pode ser solto na natureza sem o acompanhamento de um especialista.
Quando decidir ter um animal de estimação, lembre-se que existem milhares de cães e gatos abandonados aguardando a chance de uma adoção. Consulte a prefeitura da sua cidade ou entidades de proteção animal.
Somente a conscientização da população poderá desestimular este comércio ilegal e proteger o direito à vida e liberdade dos animais.
Vamos combater o tráfico de animais silvestres.
Se ninguém compra, ninguém vende, ninguém caça.
Extinção às gaiolas !
A economia no Japão se recupera?
Durante toda a sua história, os japoneses precisaram passar por diversas provações para chegar até a posição econômica que se encontra. Desde séculos de dominação de shoguns até ser alvo de duas bombas nucleares durante a II Guerra Mundial, o povo japonês sempre demonstrou exemplo de força de trabalho, inteligência e dedicação para se recuperar de períodos de recessão.
Recentemente, em 11 março de 2011, mais um incidente colocou em xeque essa capacidade de recuperação do país, um terremoto de quase 9º na escala Richter seguido de tsunami devastou grande parte da costa japonesa, deixou mais de 11 mil mortos e ainda causou um acidente nuclear na usina nuclear de Fukushima. A amplitude do desastre, já considerado o maior desastre natural da história humana moderna, causou estragos não só efeitos materiais, patológicos e psicológicos à população do país, mas também afetou como nunca a economia japonesa.
O maior problema é que o incidente não escolheu a melhor hora, economicamente falando, para atingir o país. O Japão já passava por uma crise econômica antes do tsunami. O consumidor japonês, sempre acostumado a consumir muito, trocando seus eletrônicos e veículos freqüentemente e utilizando-se de diversos serviços (o que compõe mais de 68% da força de trabalho do país) passou a consumir menos. O mercado, inclusive, chegou a acusar uma deflação de 0,9% em 2010.
Com o terremoto seguido de tsunami o cenário piorou ainda mais. Diversos fatores de produção naturais e de capital foram prejudicados, fazendo com que, entre outras coisas, as indústrias parassem sua produção (a Sony e a Toyota, inclusive chegaram a fechar algumas de suas fábricas), o governo iniciasse uma campanha de redução de energia elétrica (já que o potencial energético do país foi reduzido para 66% após o desastre). Somado a isso que a produção da indústria japonesa depende de 90% de matéria-prima estrangeira, o cenário não parece dos mais animadores.
Mas há de se considerar que a participação do Estado na economia do Japão, apesar de limitada, sempre foi determinante e muito maior que a da maioria dos outros países desenvolvidos. Agora o Estado deverá, em uma medida Keynesiana, influenciar cada vez os rumos do país e recuperar a economia em alguns anos.
A economia do Japão é extremamente dependente da importação de matéria-prima, mesmo assim, os níveis de exportação sempre foram maiores que os de importação graças, entre outras coisas, as manobras do governo para manter a moeda local desvalorizada perante o dólar.
Visto isso, é possível observar o cenário atual do Japão: com toda a destruição despontada no litoral, a necessidade de reformas e reconstruções é iminente, por isso o governo injetou 38 milhões de ienes na economia. Mas não adianta injetar o dinheiro se a matéria-prima é escassa, por isso a importação tende a aumentar e muito.
Assim enquanto os ienes injetados suprem as necessidades do mercado interno, mantendo o fluxo econômico e evitando o desemprego, o governo deve controlar a quantidade de dólares que entram e saem do país para que as exportações continuem e a importação intensa não prejudique os altos níveis de exportação que o país sempre teve e que são de essencial importância para poder continuar importando a matéria-prima necessária. Podendo auxiliar nos níveis de importação e exportação para que tudo ocorra a níveis seguros, a medida deve fazer com que o Japão recupere seu fluxo econômico novamente pré-tsunami novamente.
O governo sabendo lidar com esse seu papel dentro da economia, poderá trazer ao país um cenário ainda melhor do que aquele que se encontrava antes do terremoto seguido de tsunami. Sabendo-se que a recessão por qual passava era causada pela falta de consumo, e agora tendo em vista que o consumo é de deveras importância para a reconstrução do país, basta que o governo (junto com a indústria) saiba trabalhar a demanda que surgirá durante a recuperação do país para que não mais haja a estagnação de consumo por parte da população.
Recentemente, em 11 março de 2011, mais um incidente colocou em xeque essa capacidade de recuperação do país, um terremoto de quase 9º na escala Richter seguido de tsunami devastou grande parte da costa japonesa, deixou mais de 11 mil mortos e ainda causou um acidente nuclear na usina nuclear de Fukushima. A amplitude do desastre, já considerado o maior desastre natural da história humana moderna, causou estragos não só efeitos materiais, patológicos e psicológicos à população do país, mas também afetou como nunca a economia japonesa.
O maior problema é que o incidente não escolheu a melhor hora, economicamente falando, para atingir o país. O Japão já passava por uma crise econômica antes do tsunami. O consumidor japonês, sempre acostumado a consumir muito, trocando seus eletrônicos e veículos freqüentemente e utilizando-se de diversos serviços (o que compõe mais de 68% da força de trabalho do país) passou a consumir menos. O mercado, inclusive, chegou a acusar uma deflação de 0,9% em 2010.
Com o terremoto seguido de tsunami o cenário piorou ainda mais. Diversos fatores de produção naturais e de capital foram prejudicados, fazendo com que, entre outras coisas, as indústrias parassem sua produção (a Sony e a Toyota, inclusive chegaram a fechar algumas de suas fábricas), o governo iniciasse uma campanha de redução de energia elétrica (já que o potencial energético do país foi reduzido para 66% após o desastre). Somado a isso que a produção da indústria japonesa depende de 90% de matéria-prima estrangeira, o cenário não parece dos mais animadores.
Mas há de se considerar que a participação do Estado na economia do Japão, apesar de limitada, sempre foi determinante e muito maior que a da maioria dos outros países desenvolvidos. Agora o Estado deverá, em uma medida Keynesiana, influenciar cada vez os rumos do país e recuperar a economia em alguns anos.
A economia do Japão é extremamente dependente da importação de matéria-prima, mesmo assim, os níveis de exportação sempre foram maiores que os de importação graças, entre outras coisas, as manobras do governo para manter a moeda local desvalorizada perante o dólar.
Visto isso, é possível observar o cenário atual do Japão: com toda a destruição despontada no litoral, a necessidade de reformas e reconstruções é iminente, por isso o governo injetou 38 milhões de ienes na economia. Mas não adianta injetar o dinheiro se a matéria-prima é escassa, por isso a importação tende a aumentar e muito.
Assim enquanto os ienes injetados suprem as necessidades do mercado interno, mantendo o fluxo econômico e evitando o desemprego, o governo deve controlar a quantidade de dólares que entram e saem do país para que as exportações continuem e a importação intensa não prejudique os altos níveis de exportação que o país sempre teve e que são de essencial importância para poder continuar importando a matéria-prima necessária. Podendo auxiliar nos níveis de importação e exportação para que tudo ocorra a níveis seguros, a medida deve fazer com que o Japão recupere seu fluxo econômico novamente pré-tsunami novamente.
O governo sabendo lidar com esse seu papel dentro da economia, poderá trazer ao país um cenário ainda melhor do que aquele que se encontrava antes do terremoto seguido de tsunami. Sabendo-se que a recessão por qual passava era causada pela falta de consumo, e agora tendo em vista que o consumo é de deveras importância para a reconstrução do país, basta que o governo (junto com a indústria) saiba trabalhar a demanda que surgirá durante a recuperação do país para que não mais haja a estagnação de consumo por parte da população.
sábado, 13 de agosto de 2011
Tigre
Tigre (Panthera tigris) é um mamífero da família dos Felinos ou Felídeos. É uma das quatro espécies dos "grandes gatos" que pertence ao género Panthera. Os tigres são predadores carnívoros.
Um macho adulto pesa em média 300 kg, tem 1,10 m de altura na cernelha e 3,50 m de comprimento (incluindo a cauda). São caçadores noturnos e apesar de seu grande tamanho, podem se aproximar de suas presas em completo silêncio, antes de se precipitar sobre elas a curta distância. Entre os carnívoros terrestres eles têm os maiores dentes que podem chegar a 10 cm e as maiores garras atingindo os 8 cm. A força da sua mordida é uma das mais fortes entre todos os felinos. Ele é um grande nadador, eles usam isso para se refrescarem. Já aconteceu de tigres nadarem mais de 5km. Alem disso são ágeis e velozes, capazes de andar em terrenos rochosos e subir em arvores com troncos grossos (apesar não subirem com freqüência, sendo relativamente raro já que nunca tem motivos para subir). São caracterizados por suas listras, cada tigre possui um padrão, não existem dois tigres com o mesmo padrão, são como nossas digitais.
Subespécies
Gravura representando o Esqueleto de um Tigre.
Tigre-siberiano
(Panthera tigris altaica)Encontram-se em vales com encostas rochosas do rio Amur. Está agora confinado a uma pequena área no leste da Rússia, onde é protegido. Antigamente habitava a Coréia, Manchúria (região nordeste da China), sudeste da Sibéria e leste da Mongólia.
Desde os anos 1920 não são mais vistos na Coréia do Sul. Em liberdade existem entre 300 a 500 indivíduos no momento, e muitas populações não são geneticamente viáveis, por estarem sujeitas a cruzamentos consanguíneos. É a maior das subespécies de tigre e o maior felino existente hoje em dia O tamanho é variável com a subespécie, pesando, na grande maioria das vezes, entre 250 e 330 kg, de forma que pode haver indivíduos menores e maiores que nesse intervalo de peso. Tem cerca de 2,40 m a 3,15 m de comprimento somados ainda com a cauda de 1,10 m ou 1,20 m. O maior exemplar já catalogado na natureza tinha 423 kg e o maior em cativeiro tinha 452 kg. A sua dieta é formada principalmente de suínos selvagens para a sua alimentação, mas após o declínio destas presas têm vindo a caçar veados. Podem ainda caçar outros mamíferos como ursos pardos mas seu espólio anual é de no máximo 11 % e caçam também aves, répteis e peixes.
Arrastam a carcaça de um alce de 900 kg para o lugar que mais lhe agrada. Diferentemente das outras subespécies de tigre, vive em uma área de clima frio formada por florestas boreais (de carvalhos e coníferas) e, por conta disso, tem uma pelagem mais clara e menos listras para poder se confundir com a o arvoredo seco de que se rodeia durante a caça.
Tigre-do-sul-da-china
(Panthera tigris amoyensis) - É a mais criticamente ameaçada das subespécies, caminhando rapidamente à extinção. Até o começo dos anos 1960 havia aproximadamente 4 000 tigres na China. Na época eram mais numerosos até que os tigres da Sibéria e de Bengala.Em 1959 Mao Tse Tung, na época do "grande salto adiante", declara os tigres uma praga. Seguiu-se então uma brutal perseguição aos tigres, reduzindo-os a 200 indivíduos em 1976. Há apenas 59 exemplares em cativeiro, todos na China, mas que descendem de somente 6 exemplares. A diversidade genética necessária para manter a espécie já não existe, indicando que uma possível extinção está próxima. Os tigre podem reproduzir-se de 8 a 12 crias por mãe e a sua gestação dura cerca de 17 meses. Ao nascer as crias podem ter 20cm de comprimento e 14cm de altura e 30kg. A idade media de um tigre é de 20 anos.
Tigre-da-indochina
É encontrado no Camboja, Laos, sudeste da China, Malásia, Myanmar, Tailândia e VietnãTigre-de-sumatra
(Panthera tigris sumatrae) - É encontrado somente na ilha indonésia de Sumatra. A população selvagem estimada é de 400 a 500 animais, presentes predominantemente nos cinco parques nacionais da ilha. Pesquisas genéticas recentes revelaram a presença de um marcador genético único, indicando que pode-se desenvolver uma nova espécie, caso não se torne extinta. Isto sugere que o tigre de Sumatra deve ter uma enorme prioridade de conservação.Tigre-de-bengala
(Panthera tigris tigris) - É encontrado nas florestas e savanas de Bangladesh, Butão, Nepal, Índia, Myanmar. É o animal nacional da Índia e de Bangladesh. A população selvagem estimada desta subespécie é de 3000 a 4600 indivíduos, a maioria vivendo na Índia e em Bangladesh. No entanto muitos conservacionistas indianos, após algumas crises recentes como a de Sariska, duvidam de tal número, achando que ele é otimista demais. Eles acreditam que o verdadeiro número do tigre de Bengala na Índia possa ser menor que 2000, já que muitas das estatísticas são baseadas em identificação de pegadas, o que muitas vezes gera um resultado distorcido. Nos últimos anos, técnicas mais confiáveis foram usadas(como a fotografia através de câmeras camufladas no ambiente selvagem) e mostraram que o verdadeiro número e cerca de 200 indivíduos. Sua dieta consiste em gauros a maior espécie de bovídeo do Subcontinente Indiano, várias espécies de cervos, javalis, pítons em alguns casos chegam a alimentar-se de crocodilos e em casos extremos elefantes e rinocerontes adultos, mas em sua maioria são filhotes. A gestação demora de 98 a 113 dias, e tem em média entre 1 a 3 filhotes. É um animal solitário, unindo-se a outro indivíduo apenas durante a época de acasalamento. Sua área de domínio vai de 44 km² (fêmea), até 52 km²(macho). O peso médio é entre 150 kg e 299kg, no entanto, o maior tigre de Bengala encontrado no ambiente selvagem pesava 389 kg.[editar] Tigre-malaio
(Panthera tigris jacksoni) - Presente exclusivamente no sul da península malaia. Até 2004 não era considerada como uma subespécie de tigre. Até então era tido como parte da subespécie indochinesa. Tal classificação mudou em função de um estudo do Laboratório de Estudos da Diversidade Genômica, parte do Instituto Nacional do Câncer, EUA. Segundo estimativas a população de tigres malaios selvagens é de 600 a 800 indivíduos, sendo a maior população de tigres após o tigre de Bengala. É um ícone nacional na Malásia, aparecendo no brasão e no logotipo de instituições do país, tais como o imalaia.Tigre-de-bali †
(Panthera tigris balica) - Sua ocorrência era limitada à ilha de Bali, na Indonésia. Estes tigres foram caçados até a extinção. O último exemplar de tigre balinês deve ter sido morto em Sumbar Kima, oeste de Bali em 27 de setembro de 1937, e era uma fêmea adulta. Nenhum tigre balinês era mantido em cativeiro. De todas as subespécies era a menor de todas, chegando a pesar menos da metade dos tigres siberianos.[editar] Tigre-de-java †
(Panthera tigris sondaica) - Era limitado à ilha indonésia de Java. Esta subespécie foi extinta na década de 1980, como resultado de caça e destruição de seu habitat. Mas a extinção desta subespécie tornou-se extremamente provável já na década de 1950, quando havia menos de 25 animais em estado selvagem. O último animal selvagem foi avistado em 1979.[editar] Tigre-do-cáspio ou Tigre Persa †
(Panthera tigris virgata) - Tornou-se extinto na década de 1960, com o último sendo visto em 1968. Era encontrado no Afeganistão, Irã, Iraque, Mongólia, União Soviética e Turquia. De todas as subespécies de tigre era a mais ocidental, sendo a subespécie utilizada no coliseu de Roma. No começo do século XX foi alvo de perseguição por parte do governo da Rússia czarista (que acreditava não haver mais espaço para o tigre na região) por conta de um programa de colonização da área. Esta subespécie é dada como extinta, mas existem casos de registros visuais não confirmados.Subespécies inválidas
Além das subespécies citadas acima, existem algumas subespécies que ainda não foram reconhecidas pela taxonomia.- Tigre-coreano (Panthera tigris coreensis) - Habitava a Península da Coréia e sul da Manchúria, áreas das quais o tigre se encontra extinto desde meados do século XX. Considerado parte do tigre siberiano.
- Tigre-de-xinjiang (Panthera tigris lecoqi) - Estudado e classificado por Schwarz em 1916. É considerado parte do tigre do Cáspio. Vivia no noroeste da China, mais precisamente na província de Xinjiang.
- Tigre-do-turquestão (Panthera tigris trabata) - Tal como o tigre de Xinjiang foi estudado e classificado por Schwarz em 1916 e é considerado parte do tigre do Cáspio. Vivia em áreas dos atuais Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tajiquistão.
Outros tigres
Há outros animais, que receberam o nome de tigre mas que no entanto não estão relacionados com este felino.- Tigres-dente-de-sabre, que são felinos, mas de outra sub-família
- Tigre-da-tasmânia, que é um marsupial
- tubarão-tigre, um tubarão
[editar] O tigre na medicina chinesa
Uma das maiores ameaças a sobrevivência ao tigre hoje em dia vem da medicina tradicional chinesa. Cada parte tem uma utilidade médica de acordo com as superstições orientais:- O rabo pode ser moído e misturado com sabão para ser aplicado como unguento para tratar de doenças de pele. Ainda os ossos da ponta do rabo são usados como amuletos para espantar maus espíritos.
- Sua pele é utilizada como tapete para curar uma febre causada por maus espíritos. Porém convém tomar muito cuidado: Caso a pessoa fique muito tempo sobre o tapete, pode se transformar em um tigre.
- Pode-se curar uma pessoa com indolência e acne misturando o cérebro com óleo e esfregando pelo corpo.
- Acrescentando-se mel aos cálculos biliares, pode-se aplicar sobre as mãos e os pés para curar abcessos.
- Os pelos queimados são utilizados para afastar centopéias.
- O osso moído, adicionado ao vinho, é um tônico tradicional em Taiwan.
- O globo ocular ingerido como se fosse uma pílula é utilizado para curar convulsões.
- Os bigodes são utilizados como amuleto para proteger contra balas de armas de fogo e para dar coragem a pessoa.
- Para impedir que uma criança tenha convulsões é só retirar os pequenos ossos das patas e amarrá-los nos punhos dela.
- Seu pênis é o principal ingrediente de uma sopa afrodisíaca muito apreciada em vários países do Oriente.
- As costelas são usadas como valiosos amuletos.
- Há quem acredite que comer o coração de um tigre ganhe coragem e força.
- Quem carregar uma pata no bolso terá coragem e ficará protegido contra eventuais sustos inesperados.
- Carregar a unha de um tigre dá boa-sorte.
Leão
O leão (do latim leone)[1][2] (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gênero Panthera, membro da família Felidae. Com alguns machos excedendo 250 kg em peso, ele é o segundo maior felino vivente depois do tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana e na Ásia com uma população reminescente em perigo crítico, na Floresta de Gir na Índia, tendo desaparecido da África do Norte e do Sudoeste Asiático em tempos históricos. Até o Pleistoceno tardio, há cerca de 10 000 anos, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles eram encontrados na maior parte da África, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru.
Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros e machos com uma longa juba. Há ainda uma variedade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.
Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras, javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, desde que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.
O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. São felinos muito sociáveis: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.
Etimologia
Nas línguas românicas, o nome do leão deriva do latim leo;[3] cf. Grécia antiga λέων (leão).[4] Na língua hebraica, a palavra lavi (לביא) também está relacionada a essa etimologia,[5] bem como o rw do Egito antigo.[6] Em seu Systema Naturae, Carolus Linnaeus descreveu a espécie como Felis leo, no século XVIII.[7] A designação científica genérica, Panthera leo, talvez seja derivada do grego pan- ("todos") e ther ("besta"), mas talvez seja essa uma etimologia mais popular do que acadêmica.[8] Sob origem da Ásia Oriental, Panthera leo pode significar "o animal amarelado ", ou até "branco-amarelo".[8][editar] Classificação
O leão apresenta varias subespécies, algumas delas extintas.- Panthera leo azandica - NE Congo
- Leão-do-catanga (Panthera leo bleyenberghi) - Katanga
- Leão-congolês (Panthera leo hollisteri) - Congo
- Leão-sul-africano (Panthera leo krugeri) - África do Sul
- Leão-do-atlas (Panthera leo leo) † - Norte de África, extinto na natureza em 1922
- Leão-massai (Panthera leo massaicus) - Quénia
- Leão-do-cabo (Panthera leo melanochaita) † - África do Sul, extinto em 1860
- Leão-núbio (Panthera leo nubica) - Leste africano
- Leão-asiático (Panthera leo persica) - Antigamente espalhados da Turquia à Índia central e do Cáucaso ao Iêmen, porém hoje restrito à floresta de Gir no noroeste da Índia, aonde restam não mais do que 300 exemplares.
- Leão-europeu (Panthera leo europaea) † - extinto desde 100 d.C. Habitava a área mediterrânea da Europa (de Portugal à Bulgária e da França à Grécia). Status como subespécie ainda não confirmado; pode ser sinômino de Panthera leo spelaea ou Panthera leo persica.
- Leão-etíope (Panthera leo roosevelti) - Abissínia
- Leão-senegalês (Panthera leo senegalensis) - Senegal
- Leão-somaliano (Panthera leo somaliensis) - Somália
- Leão-do-sudoeste-da-áfrica (Panthera leo verneyi) - Kalahari
- Leão-americano (Panthera leo atrox ou Panthera atrox) † - América do Norte, extinto no Plistocénico
- Leão-das-cavernas (Panthera leo spelaea) † - Europa e Ásia (centro e norte), extinto no Plistocénico
- Panthera leo fossilis † - Europa, extinta da Pleistoceno
Aparência
Leão branco macho.
O leão macho é facilmente reconhecido pela sua juba. No entanto, existe em Angola uma subespécie quase extinta, em que nenhum dos indivíduos possui juba. Seu peso varia entre as subespécies, num intervalo de 150 kg a 250 kg, raramente ultrapassando esse peso na natureza. As fêmeas são menores, pesando entre 120 kg e 185 kg. São dos maiores felinos vivos, menores apenas do que os tigres-siberianos e tigres-de-bengala: os machos medem entre 230 e 370 cm, e as fêmeas, entre 210 e 230 cm. Enquanto o tigre é considerado o mais pesado felino vivo, o leão é o mais alto na cernelha com machos medindo até 1,20 m e fêmeas medindo até 1,10 m. O comprimento do corpo é similar ao de um tigre medindo aproximadamente 3,30 m. Os machos mais pesados alcançam até 300 kg, o mesmo que um tigre siberiano, enquanto que as fêmeas não ultrapassam os 190 kg. [9] Podem correr numa velocidade aproximada de quase 80 km/h, mas somente em pequenas distâncias. [10]
Quando filhotes, machos e fêmeas têm a mesma aparência; no decorrer do crescimento, os machos adquirem as jubas. Chegando à maturidade sexual, os machos novos optam por viver sozinhos ou disputar a liderança do grupo.
Distribuição geográfica
O território do leão em épocas históricas compreendia toda a África, Oriente Médio, Irão, Índia e Europa (de Portugal à Bulgária e do sul de França à Grécia).Hoje ainda se podem encontrar leões na África sub-saariana, mas populações significativas só existem em parques nacionais na Tanzânia e África do Sul. A subespécie asiática consiste hoje apenas de cerca de 300 leões que vivem num território de 1412 km² na floresta de Gir, noroeste da Índia, um santuário no estado de Gujarat.
Os leões foram extintos na Grécia por volta do ano 100 d.C. e no Cáucaso, seu último local na Europa, por volta do século X, mas sobreviveram em considerável número até o começo do século XX no Oriente Médio e no Norte da África. Os leões que viviam no Norte da África, chamados de leões bárbaros, tendiam a ser maiores que os leões sub-saarianos, tendo os machos jubas mais exuberantes. Talvez viessem a ser uma subespécie de leão, o que não foi confirmado.
Hábitos
Esses grandes felinos vivem em bandos de 5 a 40 indivíduos, sendo os únicos felinos de hábitos gregários. Em um bando, há divisão de tarefas: as fêmeas são encarregadas da caça e do cuidado dos filhotes, enquanto o macho é responsável pela demarcação do território e pela defesa do grupo de animais maiores ou mais numerosos (contra eventuais ataques de hienas, búfalos,elefantes e outros leões machos).São exímios caçadores de grandes herbívoros, como a zebra e o gnu, mas sabe-se que comem quase todos os animais terrestres africanos que pesem alguns poucos quilogramas. Como todos os felinos, têm excelente aceleração, mas pouco vigor. Por isso, usam tácticas de emboscada e de ação em grupo para capturar suas presas. Muitos leões desencadeiam o ataque a 30 metros de distância da presa. Mesmo assim, muitos animais ainda conseguem escapar. Para sobreviver, um leão necessita ingerir, diariamente, cerca de 5 quilos de carne, no mínimo, mas caso tenha a oportunidade, consegue comer até 30 quilos de carne numa só refeição. Isto acontece porque nem sempre os leões são bem sucedidos, e, logo, sempre que o são, aproveitam toda a carne disponível para não precisarem voltar a caçar tão cedo.
Apesar do fato das fêmeas efetuarem a maior parte da caça, os machos são igualmente capazes. Dois fatores os impedem de caçar tantas vezes quanto as fêmeas: o principal é o seu tamanho, que os tornam muito fortes, porém menos ágeis e maiores gastadores de energia; outro fator, de menor relevância, é sua juba, que sobreaquece os seus corpos, deixando-os mais rapidamente exaustos.
As fêmeas são sociais e caçam de forma cooperativa, enquanto os machos são solitários e gastam boa parte de sua energia patrulhando um extenso território. É sabido, porém, que tanto machos como fêmeas passam de 16 a 20 horas diárias em repouso, num regime de economia de energias, uma vez que seu índice de sucesso em caças é de apenas 30%.
As fêmeas precisam de um tempo extra para caçar, porque os machos não cuidam dos filhotes. As leoas formam bandos de dois a dezoito animais da mesma família, o que as caracteriza como o único felino realmente social. Apesar de a caça em grupo ser mais eficiente do que a caça individual, sua eficácia não é tão compensadora, já que, em grupo, é preciso obter mais alimento para nutrir a todos. É mais provável que a socialização das fêmeas vise a proteger os filhotes contra os machos.
Ataques contra humanos
Cria e leão adulto comendo um búfalo.
Há também ataques ocorridos fora do meio ambiente natural do animal, como a Tragédia do Circo Vostok, no Brasil, no qual leões famintos atacaram e mataram uma criança.
Status de conservação
Desde a antiguidade o leão vem sofrendo extinções territoriais: Europa Ocidental (ano 1), Europa Oriental (ano 100), Cáucaso (século X), Palestina (século XII), Líbia (1700), Egito (década de 1790), Paquistão (1810), Turquia (1870), Tunísia e Síria (1891), Argélia (1893), Iraque (1918), Marrocos (1922), Irã (1942), dentre outras. Ainda no final do século XIX estava quase extinto da Índia.Uma série de fatores se acumulam para ameaçar a continuidade da existência dos leões: seu número populacional reduzido, a constante redução de seus territórios e a caça indiscriminada são os principais. No continente africano, o mais grave fator a contribuir à sua extinção tem sido o abate retaliativo dos seres humanos: uma ampla cultura de gado favorece ataques ocasionais dos leões aos animais dos fazendeiros, que os perseguem e matam quando isso acontece. A caça, tanto ilegal como legal (pois é permitida em vários países do continente africano) também tem sido fator muito grave: por viver em grandes bandos e em áreas abertas, é mais fácil de ser caçado do que tigres e leopardos, pois sendo estes de mais difícil localização, torna-se o leão o maior alvo da caça indiscriminada.
[editar] Simbologia
Estátua de um leão em frente ao Palácio Real de Madrid.
- O leão é um dos doze signos do zodíaco.
- O leão é uma das figuras utilizadas na heráldica, podendo ser visto nos brasões de armas de diversos países e famílias nobres.
- O leão é conhecido como o Rei dos Animais, e assim é retratado em muitas histórias infantis, como O Rei Leão e O gato de botas.
- Na mitologia grega e romana, a morte do leão de Nemeia foi o primeiro trabalho de Héracles.
- Sua imagem é normalmente associada ao poder, à justiça e à força, mas também ao orgulho e à autoconfiança.
- O leão também é um símbolo solar.
- O Estado de Pernambuco tem como mascote o leão, presente em seu brasão, apelidado de Leão do Norte
- No livro das revelações, o Leão de Judá é o Messias: "Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos." (Apocalipse 5:4-6). O leão também aparece no estandarte da tribo de Judá.
- O leão é o símbolo do Sporting Clube de Portugal, inserido no centro do emblema do clube com sede em Lisboa, um dos 3 grandes de Portugal.
- O leão é o símbolo maior do Fortaleza Esporte Clube, nacionalmente reconhecido também pelas alcunhas de Leão do Pici e Tricolor de Aço. Do mesmo modo, sua torcida uniformizada, Leões da TUF adota o leão como mascote.
- O leão é o mascote do Sport Club do Recife desde 1919, quando ganhou o Campeonato Leão do Norte, na Pará, cujo troféu era um leão imponente.
- O leão é mascote do Nacional Futebol Clube de Manaus, conhecido como Leão da Amazônia e Leão da Vila Municipal. Suas torcidas também o adotam como tal, o animal é mascote do clube desde meados da decada de 40.
- O leão é também mascote do Esporte Clube Vitória, devido aos leões de pedra que ficavam na entrada da mansão dos seus fundadores, os irmãos Valente, no Corredor da Vitória, em Salvador, razão pela qual o time tem o epíteto de Leão da Barra.
- O leão é a mascote e um dos símbolos do Clube do Remo, sendo também reconhecido como Leão Azul Paraense.
- Como símbolo do safári africano, pertence ao grupo de animais selvagens chamado de big five, correspondente aos 5 animais mais difíceis de serem caçados: leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte.
- No Brasil, devido à veiculação, em 1979, de uma campanha publicitária sobre a ação fiscalizadora da Receita Federal nas declarações de Imposto de Renda, em que aparecia o animal, tornou-se uma metáfora frequentemente usada pelos meios de comunicação para simbolizar aquela autarquia[11] ("prestar contas com o Leão", "Leão do Imposto de Renda").
Assinar:
Postagens (Atom)

